Põe água no feijão que eu estou chegando
Esse é um post sobre a saudade. Há quase um ano sem escrever, eu senti falta de pensar, do tempo que eu dedicava, dos comentários, da troca de informações. Por vezes eu li e vi coisas que poderiam estar no blog, mas, hoje, já me esqueci delas. Por vezes, eu pensei em como era bom não ter esse compromisso.
Aí, que esses dias, uma das sementes da minha saudade, ressurgiu com um blog. Sarinha Maia, diretamente de sua morada americana, me faz lembrar de como é bom e revigorante escrever e como ela me faz falta. Ela, a Laís, a Geisa, a Renata e convívio contínuo e boêmio que tínhamos há pouco tempo atrás. Cada uma no seu caminho, algumas longe, outras mais perto.
E a única saudade que eu posso matar agora, é a de escrever, é a de ter algo a dizer e saber que estou sendo lida, discutida e retrucada.
Por isso, estendam o tapete vermelho, tragam as rosas e soem os tambores. O Mordida está de volta. Não sei se com a freqüência e com os mesmos temas de antes, mas aí estamos, babies.
E parem de rancor, de mágoa e sofrimento. Nem pensem em me abandonar. O Mordida merece receber congratulações e para celebrar, logo mais, “Gafes que você não queria cometer”.

Escrito por Jéssica Panazzolo às 16h34
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