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É triste viver de humor
Mais um site de humor e charge altamente recomendável. É triste viver de humor tem um nome instigante e, com freqüência, sacadas ótimas. Abaixo algo que intimamente me diz respeito e aos escritores de final de semana que me visitam.

Escrito por Jéssica Panazzolo às 18h46
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Fila de classe média
Feriado, céu nublado e fome. O que fazer? "Vamos dar um pulo no shopping para almoçar rapidinho", pensamos. Como boa loira sugeri aproveitarmos a vontade e irmos ao Bourbon.
Eram 14:36 quando entramos. A fila de carros era grande e não havia sinalização na rua, mas como não sabíamos que o motivo do trânsito era o shopping, seguimos até ingressarmos na longa subida até o estacionamento. Longa quer dizer longa. Quase na lua, achamos uma vaga. Ok, não faltavam vagas, mas tivemos que chegar até a exosfera.
Entramos na parte das lojas e ficamos abismados. "Por que tanta gente feia junta?". E lá estávamos nós no meio do povo. Sendo assim, vamos direto ao objetivo, comer. Como se fosse possível arrumar um lugar para sentar ou um restaurante sem fila... Bom, engolimos seco, resolvemos dar uma volta, visitar todos os andares e tentar mais tarde.
Mais tarde.... 15:30 horas e nada de a praça de devoração ficar vazia. Saia gente pelo ladrão, cada mesa era disputada por 5 pobres coitados, em pé, com olhos fixos em quem comia seu fast food borrachento.
Como não havia condições humanas, resolvemos sair do shopping e comer em outro lugar mais rápidos. De estômago no pé, tentamos pegar o carro. Mal saimos da vaga, nos deparamos com um fila quilométrica de carros tentando evacuar o templo de consumo recém-inaugurado.
Da vaga até o sopé do shopping demoramos 41 minutos. QUARENTA E UM minutos! Só há uma saída para pisos e mais pisos de estacionamento. Inteligente, não? Revoltados, com fome, tontos de tanto rodar, saímos daquele inferno e corremos para a primeira lanchonete de rede que encontramos.
O saldo? Um shopping mal projetado, com lojas boas e, até o momento, com público pavoroso. Pode ser que eu volte lá um dia, mas garanto que não será próximo a datas comemorativas. Imaginem passar a ceia de Natal numa fila, em um carro? Obrigada, prefiro acreditar em Papai Noel.

Escrito por Jéssica Panazzolo às 19h08
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Personalidade frutífera
Já ouvi muita coisa sobre entrevistas de emprego.Eu mesma não passei por muitas, mas os relatos são vastos de perguntas absurdas que podem ser feitas, perguntas que parecem absurdas mas revelam mais de você e do que você pensa e comportamentos absurdos de entrevistados.
Precessos seletivos são interessantes. Certa vez, deu-se o o diálogo abaixo quando eu entrevistava um candidato a estagiário:
- Você costuma ler?
- Ah, sim. Mas não muito jornal nem muita revista...
- Livros?
- Vixi, livros eu já li até 2!
- Nossa, que bacana, quais foram esses dois?
- Um eu não lembro o nome mas era bom. O outro era "Alguma coisa mexeu no meu queijo"
- Ah, interessante. Bom, a entrevista acabou por aqui, caso nos interessemos entraremos em contato. Beeeijo.
Claro que o currículo do rapaz foi rasgado em várias partes. Já tivemos candidatos desinteressados, que se mostravam como se estivessem fazendo um favor para nós.
Não sei se eu estou errada quando me apresento para uma entrevista, mas eu quero, pelo menos, me mostrar interessada pela vaga. Mas tem gente que não pensa assim. Senta-se placidamente e vai direto ao ponto:
- Quanto paga?
- Então, nos diga como você ficou sabendo da vaga...
- Quero saber quanto ganha e se é CLT, porque eu não vou sair da minha casa por pouco.
Tem os atrasados desencanados. A gente sabe que muitas vezes o trânsito pode pregar peças mesmo com você tendo saído duas horas antes de casa. Atrasos, apesar de horríveis, podem acontecer, são perdoáveis. Mas tem gente que chega uma hora e meia depois do horário marcado e, deslavadamente, não tem a dignidade de pedir desculpas e dar qualquer explicação esfarrapada que seja. Um vez ouvimos:
- Então, você está atrasados mais de uma hora..
- É, estou. Eu sempre durmo depois da faculdade que faço de manhã e acabei perdendo a hora...
- Ah...
Mas hoje uma amiga veio me contar a pergunta mais estranha que fizeram a ela em um precesso seletivo:
- Se você fosse uma fruta, qual você seria?
Ela escolheu a uva, a fruta predileta dela e deu mais algumas explicações aleatórias. Mas pensem em quantas respostas poderíamos dar a essa pergunta imbecil. Vai me dizer que fruta tem personalidade, que você escolher uma pêra é melhor que uma laranja porque a pêra é mais pró-ativa? Eu, até agora, não sei o que responderia. Só consegui pensar em "Banana, porque ouvi uma pergunta cretina como essa e não fui embora". E vocês, o que responderiam?

Escrito por Jéssica Panazzolo às 13h02
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O bom humor
Eu gosto do humor sarcástico, inteligente, que venda sagacidade. Não me venham com estilo pastelão, torta na fuça e escorregão que minha cara fecha e o sorriso seca.
Aliás, outro tipo de piada idiota é a agressiva, que humilha ou inferioriza alguém, recurso que alguns programas de televisão têm usado em demasia. Porém, recentemente, achei um site de charges inteligentes e engraçadas. Apesar de ser em espanhol, não é preciso ser um Cervantes para entender. Vale a pena. Confiram a amostra abaixo e visitem o Dosis Diarias, do Alberto Montt.

Escrito por Jéssica Panazzolo às 18h54
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Gafes que você não queria cometer
Antes da gafe, vocês sacaram como vai ser o ritmo, não é?! Desculpem, prometo me empenhar. Agora, vamos ao que interessa.
Preâmbulo: Carol nunca foi um exemplo de inteligência. Desde o jardim de infância ela chamava atenção pela falta de atenção e a pouca perspicácia. Ela era o tipo de criança que errava colocar o rabinho no leão e as orelhas no coelho. A mãe de Carol foi várias vezes à escola ouvir das professoras que seria recomendável levar aquele tesouro ao terapeuta. Mas a mãe de Carol achava tolice...
Tática: Carol foi driblando as regras escolares e aprendeu rápido a garantir nota sem ter que esquentar os miolos: grudou nos nerds.
Contra-ataque: Os nerds logo se ligaram, já que quem era desprovida de inteligência era a Carol e não eles. Sendo assim, logo queimaram as tentativas dela.
Reformulação: Então, Carol resolveu não escolher mais grupos e sempre sobrar na sala. A professora era obrigada a colocá-la em qualquer um, que mesmo que não fosse bom, seria melhor do que ela fazer sozinha. Assim ela pulava de grupo em grupo, tirava nota e nunca fazia nada.
Evolução: Desse jeito, levando com a barriga, Carol chegou à faculdade. Não era um modelo de faculdade, era uma daquelas que você passa deixando o RG cair na calçada, sabe? Mas mesmo sendo mais "light", havia uma série de trabalhos a serem feitos
Inimigos: E com todos os colegas trabalhado, a coisa ficava mais difícil apra que Carol se encostasse sem que as pessoas deixassem de notar. Sempre arrumavam algo para ela fazer.
Tática 2: Carol, então, resolveu começar a faltar nas reuniões de grupo e se livrar das tarefas.
O Trabalho: Porém, uma vez, Carol caiu em grupo que, irritado com uma correção do professor e cansado da falta de atividade da moça, resolveu dar a ela a incumbência de resolver o problema que o mestre havia apontado. Ele havia dito que a introdução estava pequena demais, duas páginas não bastavam. O grupo deveria transformar em três, o padrão da Faculdade.
Missão: Essa era a missão da nossa anta graduada. Simplesmente enrolar um pouco no texto e aumentar em uma página a introdução.
Solução: A solução foi rápida e muito bem elaborada por Carol. Ela pegou o arquivo do trabalho, selecionou todo o texto e levou o cursor so mouse até o tamanho da fonte. De 12 ela pulou para 16. Pronto. Nunca um trabalho ganhou volume em tão pouco tempo. Ela imprimiu, feliz e pimpona sua arte informática e mandou para o professor.
Conseqüência: A única burra dessa história é a Carol. O professor, claro, não caiu no "conto da fonte maior". Deu zero para o grupo. Esse por sua vez se revoltou. Quando pegou o trabalho nas mãos sacou o que a nossa heroína havia feito e comunicaram ao poderoso, que, descrente com tamanha idiotice, a eliminou do grupo.
Repensando: Carol , claro, ficou com zero, já que, obviamente, não conseguiu entregar um trabalho sozinha. E como pensar não é o forte dela, está até hoje tentando arrumar um jeito de não ter que pensar.
Escrito por Jéssica Panazzolo às 19h10
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